V.1.1 Uma Nova Carga Parte 5
11 11UTC jun 11UTC 2007
Parte 5
No sentido de ilustrar a produção de partículas nesta teoria, nós consideramos, por exemplo, experiências de um “storage ring” onde colisões de feixes de e- e e+ produzem várias partículas-estado. Assim, o caso mais simples envolve a produção do par νe e νe- do vácuo e leva à reação:
e+ + e- → (e+e-) + (νe- ne) = (e+ νe) + (e- νe-) = ρ+ + ρ - (9)
onde os pions ρ +e ρ - são estados profundamente ligados de dois órbitons, isto é,
ρ + = (e+ νe) , ρ - = (e- νe-) (10)
O próximo estado superior corresponde à energia de colisão do feixe onde ambos os pares (νe , νe-) e (νμ , νμ-) podem ser criados do vácuo e combinar (por várias leis de conservação) com e+ e e- para produzir:
e++ e- ® (e+e-) + (νe- νe) + (νμ- νμ) =
(e+ νe νμ-) + (e- νe- νμ) = μ+ + μ- (11)
onde os muons μ+ e μ- são criados como estados profundamente ligados de três órbitons.
Um significado teórico adicional para o modelo de partículas elementares acima, pode ser visto a partir da teoria considerando-se g = 0. A relatividade geral e a eletrodinâmica são válidas somente em cima ou além do horizonte magnético (onde g = 0). A região abaixo do horizonte magnético é o âmago da partícula e é descrita pela teoria da gravitação generalizada. Essa região é formada pela “condensação gravitacional” das cargas magnéticas parciais gn. Assim, a força gravitacional, indiferente de quão fraca ela possa ser, assume o papel de um “fermento” (levedura) para a formação de uma partícula. Para g = 0, todos os resultados da teoria existente são recuperados (princípio da correspondência) desta teoria geral quando o âmago da partícula (em vista dos infinitos discutidos anteriormente) é excluído da consideração e seu papel é representado ou por um esquema de “renormalização” ou pela teoria dos quarks e partons de partículas elementares.

