CRISTAL PERFEITO - A Trilha do Grande Veículo

Reflexões e Tradução do Sutra de Lotus para Português do Brasil por Marcos Ubirajara de Carvalho e Camargo do original “The Wonderful Dharma Lotus Flower Sutra” Translated by The Buddhist Text Translation Society in USA.

V.1.1 Uma Nova Carga

11 11UTC abr 11UTC 2007

Parte 4

O conceito do fóton em si e seu spin, também não é necessariamente uma conseqüência da teoria quântica convencional apenas. A observação de um fóton requer a sua emissão ou absorção pela matéria. Assim, requer-se uma densidade material para se conceituar o fóton. Por exemplo, no caso da aniquilação de pares (e- + e+, etc.) em fótons, a conservação do momento angular do spin não induz necessariamente uma propriedade de spin aos fótons. Na presente teoria, a energia e momento de um fóton de menor massa resulta da integração da “densidade de carga magnética” sobre o espaço e tempo do par partícula-antipartícula “localizado”. A dependência do tempo da densidade de força localizada tem um finito mas curto comprimento de pulso, tal que o pacote de energia é produzido como soma de um número infinito de “freqüências parciais” vezes ђ. Assim, para a energia do fóton obtemos o resultado:

Eγ = ђ Σ n=0,1,2,… Wn = ђW (8)

onde a freqüência parcial Wn ou “energia parcial” En (=ђWn) representam a aniquilação da n-ésima camada magnética do par e- e e+. A presente criação do par de fótons cobriria um intervalo de tempo da ordem de rc / c ≈ 10-23 sec, rc é o tamanho médio da partícula e antipartícula.

Em princípio, todos os sistemas físicos, além dos órbitons e anti-órbitons, como, por exemplo, nêutron, muon, pion, etc.; bem como núcleo, átomos, moléculas, correspondem a solução de equações de campo não lineares numa simetria de espaço-tempo específica. Por exemplo, os neutros ou muons como estados profundamente ligados de três partículas, resultariam como soluções dependentes do tempo das equações de campo num sistema de coordenadas elipsoidal ou esfericamente simétrico.

Essas simetrias de campo são soluções também para as zonas de influência de defeitos em cristais.

Similares considerações podem ser estendidas aos mais complicados sistemas com maiores simetrias de espaço-tempo. As forças interatômicas e intermoleculares, tanto as atrativas como as repulsivas, podem, esperançosamente, ser explicadas não somente pela distribuição de carga elétrica e as correspondentes relativamente de curto alcance forças eletromagnéticas, mas também pelas forças de curto alcance contribuintes através do “acoplamento magnético” dos átomos e moléculas, respectivamente. Embora a extensão da distribuição das camadas magnéticas seja muito menor que o alcance infinito das forças eletromagnéticas e gravitacionais, elas podem ainda acoplarem-se nas distâncias moleculares. Assim, as chamadas forças nucleares correspondem ao acoplamento de camadas magnéticas das partículas para gn2 muito maior (isto é, pequenos valores de n) que aquele correspondente ao acoplamento atômico ou molecular (isto é, para grandes valores de n). Para gn2 maiores que aqueles da força nuclear ordinária, o acoplamento magnético de órbitons leva, através da formação de um estado profundamente ligado, a novos tipos de forças (convencionais ligações fracas) resultando na produção de uma infinita variedade de partículas-estado

Arquivado em: O CRISTALINO I

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